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O desânimo tirava Joanice Meireles do sério. Aliás, cada coisa a provocava com facilidade. As noites sem dormir e o problema em engravidar a fizeram buscar mais de um médico. No entanto, somente 5 anos mais tarde é que ela foi diagnosticada com falência ovariana prematura, popularmente conhecida como menopausa precoce. A menopausa parece afastado no momento em que se tem trinta e cinco anos. A toda a hora associava aquele calorão que sentia ao clima e à correria da rotina. O mesmo acontecia com a irritação e a insônia. Achava que eram os hormônios que estavam desregulados.


O problema em engravidar me fazia idealizar qualquer outra dificuldade, até alguma coisa com meu marido, contudo nunca a menopausa”, conta. A chegada nesse estágio está compreendida, normalmente, entre 48 e cinquenta e dois anos e significa o final da vida fértil da mulher. É uma fase que requer cuidados especiais e acompanhamento de perto de um especialista, já que os sintomas mexem não só com o corpo humano, contudo, assim como, com o psicológico.



A menopausa está muito associada ao envelhecer. Deste jeito, quase a toda a hora é um diagnóstico árduo de ser aceito, ainda mais de forma precoce. Culturalmente, a feminilidade remete à fecundidade e à menstruação”, explica a ginecologista Cristiane Menabó Moreira, do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital e Maternidade Celso Pierro da Pontifícia Escola Católica de Campinas (Puc-Campinas) e responsável pelo Ambulatório de Infertilidade. Segundo a especialista, várias vezes, a descoberta é tardia e os sinais acabam interpretados como problemas pessoais, psicológicos e até associadas à deficiência de hormônios. As mulheres estão deixando pra ter filhos cada vez mais tarde. Os principais sintomas incluem, além do desânimo, da irritabilidade e da insônia, as ondas de calor, os suores noturnos, a irregularidade menstrual e o ressecamento da pele.


A redução da libido, o acrescento de peso e a depressão completam o quadro. Mulheres, cujas mães chegaram à menopausa antes dos 40 anos ou que tenham passado por cirurgia ovariana necessitam ficar atentas. O tabagismo e as síndromes cromossômicas ligadas aos aparelhos sexuais também são capazes de acrescentar as chances”, pontua a ginecologista. O caso de Ângela da Silva foi animado.


Ela foi diagnosticada com menopausa precoce aos 33 anos, porém, apenas nove anos depois descobriu que este não era o problema. Os médicos ratificaram que quem sabe tenham chegado ao diagnóstico por conta dos antidepressivos que tomei por muito tempo”, conta. A menopausa veio no tempo certo, aos 47 anos, e Ângela comemora os poucos sintomas que tem. Dados e novas informações sobre o tema que estou enviando por este site pode ser encontrados nas outras páginas de notícias tal como http://www.airmaxshoessaleuk.co.uk/information-slim-shots/ .As cirurgias ovarianas são outro fator que poderá acarretar a falência ovariana prematura.


Isto em razão de elas intervêm diretamente pela quantidade de óvulos e, como toda mulher nasce com um definido estoque, quando esse se esgota, ela entra na menopausa. Se uma mulher precisou afastar um dos ovários, tendo como exemplo, ela terá apenas metade das oportunidades de engravidar”, explica a ginecologista Cristiane Menabó Moreira, da Puc-Campinas. O tabagismo poderá antecipar em até dois anos a vida fértil de uma mulher.


A nicotina presente no cigarro age diretamente nos processos de oxidação das células do organismo, convertendo o envelhecimento prematuro delas, comprometendo tuas funções e adiantando a menopausa”, confessa Cristiane. As síndromes ligadas ao cromossomo X bem como ocasionam a falência ovariana prematura. Os casos de hermafroditismo e da Síndrome de Turner são alguns exemplos. Os órgãos sexuais das pessoas que nascem com estas síndromes acabam não desempenhando tuas funções, seja por atrofiamento ou por não produzirem os hormônios”, explica Cristiane.


Por ficarem mais tempo sem a ação dos hormônios femininos, alguns dificuldades de saúde acabam chegando mais cedo. No momento em que a mulher entra na menopausa, os ovários deixam de fornecer estrógeno, hormônio que age pela manutenção da massa óssea. Então, não produz mais cálcio, aumentando o risco de osteoporose”, destaca a ginecologista. Esse hormônio é primordial, também, para manter o colágeno da pele, a elasticidade vaginal e a dedicação física e sexual da mulher. Além desses riscos, a chance de montar dificuldades cardiovasculares nessa fase, como derrame e enfarte do miocárdio, assim como aumenta.



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